Um filme sobre um esquizofrênico Paranóico gênio da Matemática Vejam Também na Wickipédia neste link: https://en.m.wikipedia.org/wiki/John_Forbes_Nash_Jr. 1º Momento: Discurso de boas vindas
“Os matemáticos ganharam a guerra. Os matemáticos decifraram os códigos japoneses e fabricaram a bomba atómica. Matemáticos como vocês. Quem, de entre vós será o próximo Morse? O próximo Einstein? Quem, de entre vós, virá a ser a vanguarda da democracia da liberdade e da descoberta? Hoje, depositamos o futuro da América nas vossas doutas mãos. Bem vindos a Princeton, cavalheiros.” Após o discurso do Professor, os alunos concentraram-se no jardim da universidade para um cocktail. Nash conhece alguns colegas como Sol, Martin e Bender. John é desde logo descrito como um rapaz muito tímido, introvertido e pouco sociável. 2º Momento: Quarto
No jardim da universidade, enquanto os colegas estão a jogar o «go» (um jogo de tabuleiro), Nash põe-se a observar os pombos com o objectivo de calcular um algoritmo que defina o movimento. Ao verem o que estava a fazer, os colegas acharam-no bastante estranho. Como ainda nunca o tinham visto nas aulas perguntam-lhe se alguma vez o irá fazer, Nash apenas responde que as aulas entorpecem a mente e destroem o potencial para a criatividade autêntica. De seguida, Martin desafia-o a jogar, e no decorrer do jogo pergunta-lhe o que pensa sobre os trabalhos que os seus colegas já fizeram.
Após a conversa com Martin, e depois de saber que Hansen tinha acabado de publicar mais um trabalho, Nash sente-se revoltado e fecha-se na biblioteca à procura de um tópico para a sua tese.
5º Momento: Conversa com o Professor Helinger
Depois da conversa com o Professor, Jonh observa os cálculos feitos nos vidros das janelas do seu. Ao constatar que não estava a conseguir ver nada, entra em desespero. Charles, ao vê-lo naquele estado, diz-lhe que a resposta ao seu problema não está em “virar-se para a parede”, aconselhando-o a procurá-la fora do quarto. 7º Momento: Ideia Original
Após ouvir os comentários dos seus colegas, Nash afirma que a teoria de Adam Smith tem de ser revista, explicando que “Se todos optarmos pela loira, bloqueamo-nos uns aos outros, e nenhum de nós conseguirá tê-la. Então, optaremos pelas amigas. Mas elas não nos ligaram nenhuma, pois ninguém gosta de ser segunda escolha. Mas e se ninguém optar pela loira? Não nos empataremos uns aos outros, e não insultaremos as outras raparigas. É a única forma de vencermos.” Ao contrário de Adam Smith, para quem “os melhores resultados surgem... quando cada um no grupo olhar pelos seus próprios interesses, “ Nash defende que “o melhor resultado surge quando todos elementos do grupo olharem pelos seus próprios interesses e pelos do grupo.”
De seguida, Nash escreve a sua tese e mostra-a ao Professor Helinger. Este surpreendido com a magnitude do seu trabalho, pois este contradiz 150 anos da Teoria da Economia, apenas lhe pede o nome de dois matemáticos para a sua equipa que irão trabalhar com ele nos Laboratórios Wheeler. A escolha de John recai sobre Sol e Bender.
Nash começar a trabalhar, foi chamado pelo Pentágono para decifrar um código russo recém capturado e, em questão de horas, consegue descobrir padrões e coordenadas importantes apenas olhando para o código.
Na sua primeira aula verificamos que os seus métodos de ensino não se revelam muito eficazes, pois trata os alunos com extrema arrogância. Nash, ao entrar na sala de aula e irritado com o barulho vindo do exterior, fecha as janelas e, os alunos começam a protestar, devido ao calor que se fazia sentir na sala. Nash ao ouvir o protesto responde: “O vosso conforto é menos importante do que conseguir a ouvir minha voz. Pessoalmente, acho que esta aula será um desperdício do vosso, e, o que é infinitamente mais grave, do meu tempo.” Após este comentário uma aluna, Alicia, decide abrir as janelas, conseguindo que o barulho parasse durante o decorrer da aula. Nash fica surpreendido com a atitude de Alicia. 11º Momento: Encontro com William Parcher
Alicia entra no gabinete de Nash para lhe mostrar a sua resolução do exercício da aula anterior. No entanto, a sua principal intenção convidá-lo para jantar. Nash mostrou-se receptivo ao convite. A noite culmina com um momento muito intimo entre ambos, em que Alicia consegue romper a protecção fria e matemática de Nash e conquistar o seu coração.
14º Momento: Primeira Entrega Após decifrar códigos em algumas revistas e jornais, Nash coloca o seu trabalho num envelope e sela-o. De seguida dirige-se ao local de entrega (uma residência), onde deixa o envelope na caixa postal.
Entretanto, Nash e Alicia decidem casar.
16º Momento: Perseguição
17º Momento: Intimidação de Parcher
18º Momento: Alucinações
Durante uma palestra proferida em Harvard, Nash, muito nervoso a demonstrar várias teorias, fica incomodado com a presença de pessoas suspeitas e decide fugir. Começa então a ser perseguido e é interceptado por Rosen, um psiquiatra, que pede a Nash que o acompanhe.
20º Momento: Esquizofrenia Alicia vai visitar o marido, e em conversa com Rosen, fica a saber que Nash sofre de esquizofrenia. Rosen explica as causas e consequências da doença, que teve início, possivelmente, na altura em que Nash era estudante universitário. Alicia é questionada sobre a existência real de Charles Herman. Recorda que Nash lhe falava muito de Charles, mas que nunca o tinha visto. Alicia apercebe-se então que Charles é um amigo imaginário de Nash. Rosen pede a Alicia para fazer uma investigação acerca do trabalho do seu marido, assim como do seu envolvimento com William Parcher. 21º Momento: Confronto com a realidade
22º Momento: Depois do tratamento Um ano depois do internamento, Nash volta a viver junto da família.
Abalado por não conseguir concentrar-se na realização do seu trabalho, Nash finge que não toma comprimidos para a mulher não desconfiar de nada. As alucinações regressem e, com elas, regressa também William Parcher que convence Nash a regressar ao trabalho que deixara. Estas alucinações poderiam ter tido consequências mais graves. Na verdade, ao encontrar vestígios de inúmeros recortes de jornais e revistas num local próximo da sua casa (numa altura em que havia deixado John a dar banho ao filho), Alicia encontra o marido a ter outra alucinação (desta vez pensava que Charles estaria a tomar conta do seu filho), o que poderia ter causado a morte da criança.
Numa conversa com Rosen, Nash decalara a sua decisão de deixar de tomar os medicamentos e combater as suas alucinações através da força de vontade (e não dos medicamentos. 25º Momento: Regresso ao ensino
Já a exercer funções como professor, Nash é abordado, no fim de uma das suas aulas, por Thomas King que o informa da sua nomeação para o prémio Nobel da Economia pelo seu trabalho da Teoria do Equilíbrio. Thomas King convida-o para tomar um chá, na sala onde tivera, anteriormente, uma conversa com o professor Helinger. No decorrer da conversa, Nash recebe o reconhecimento dos restantes professores que se encontravam na sala 27º Momento: Atribuição do prémio Nobel Na cerimónia de entrega do prémio, Nash declara o seu amor por Alícia: “Sempre acreditei em números, nas equações e na lógica. Mas após uma vida de demanda, pergunto... o que é, na verdade, lógico? Quem decide o que é racional? A minha busca conduziu-me do físico... ao metafísico... ao delírio... e ao regresso. E fiz a mais importante descoberta da minha carreira. A mais importante descoberta da minha vida. É apenas nas misteriosas equações do Amor... que alguma lógica ou razão podem ser encontradas. Estou esta noite aqui, apenas, graças a ti. És a razão de eu ser. És todas as minhas razões. Obrigado.” |
Olga Pombo: opombo@fc.ul.pt |

O filme começa com um discurso de boas vindas do Professor Helinger aos futuros matemáticos da universidade de Princeton, mostrando-lhes a sua importância no mundo:
Quando Nash chega ao quarto, começa de imediato a escrever fórmulas matemáticas nos vidros das janelas. Entretanto, chega Charles Herman, o seu companheiro de quarto. Este começa por se apresentar e relatar o cocktail do departamento de inglês que tinha tido na noite passada. Mas Nash nem lhe dá atenção e continua a trabalhar. Charles, intrigado com a sua atitude, convence-o a ir beber um copo e a conversar um pouco (para quebrar um pouco o gelo). Nash revela-lhe que não gosta muito de pessoas e que elas não gostam muito dele. Confessa sentir-se inferiorizado em relação aos seus colegas pelo facto de mais de metade deles já terem publicado trabalhos. Diz que não pode perder tempo a ir às aulas pois precisa de “encontrar uma ideia original”.
3º Momento: Em busca da Ideia Original
4º Momento: Biblioteca
O Professor Helinger encontra Nash e dá-lhe a conhecer que a universidade está a terminar as avaliações de meio do ano, a decidir quais os pedidos de colocação que hão-de apoiar. O Professor diz-lhe que ele não merece colocação, pois, ao contrário dele, os seus colegas foram às aulas e apresentaram relatórios, não sendo suficiente o facto de ele estar à procura da “ideia original”.
6º Momento: Desespero
Nash está a estudar num bar quando os seus companheiros vão ter com ele. Chamam-lhe a atenção para umas raparigas que entraram no bar. Martin lembra aos seus colegas as lições de Adam Smith: “Em competição... ambição individual serve o bem comum.”
8º Momento: Apresentação do seu trabalho
9º Momento: Pentágono
10º Momento: Primeira aula
Quando ia a sair da universidade de Princeton, William Parcher apresenta-se a Nash como sendo um funcionário do Ministério da Defesa. Começa por elogiar o trabalho feito no Pentágono, e contrata-o para procurar mensagens do inimigo escondidas em revistas e jornais publicadas no país.
12º Momento: Convite e jantar
15º Momento: Casamento
Numa das suas entregas de códigos decifrados, Nash vê-se envolvido numa perseguição automóvel efectuada por dois desconhecidos. A perseguição termina quando, após uma troca de tiros, o carro dos desconhecidos se despista. Nash fica muito perturbado e, quando chega a casa, fecha-se no seu quarto.
Nash sente-se totalmente perseguido. Num encontro com Parcher, confessa que a sua mulher está grávida e que quer desistir do seu cargo como decifrador de códigos. Parcher intimida-o e afirma que, caso ele desista, deixa de o proteger de quem o persegue.
Após a conversa com Parcher, e cada vez mais desequilibrado, Nash fecha-se no seu quarto e vigia constantemente os arredores da sua casa. Vê em todo lado conspirações. Alicia, ao entrar repentinamente no quarto, e acendendo a luz no momento em que Nash observa carros suspeitos, é presenteada com um comportamento agressivo por parte do marido, o que a deixa ainda mais preocupada.
19º Momento: Internamento
Já no Hospital Psiquiátrico MacArthur, e ainda sobre o efeito de medicamentos, Nash é interrogado por Rosen. Durante esta “consulta”, Nash tem um ataque de pânico e vê o seu amigo Charles Herman que está a ser acusado de colaborar com os inimigos. Rosen garante-lhe que estão os dois sozinhos e que ele não está a falar com mais ninguém. É neste momento queo espectador se aprecebe que o personagem Charles é uma alucinação.
Após investigar o gabinete do marido e de se ter deparado com um cenário caótico (devido à quantidade de recortes de revistas colados nas paredes e espalhados por toda a parte), Alicia dirige-se ao local de entrega das encomendas e encontra uma casa abandonada e com as encomendas por abrir na caixa do correio. Visita Nash e confronta o marido com a realidade, ao dizer que William Parcher não existe e que as encomendas não foram recolhidas nem abertas por qualquer elemento do governo. Nash reconhece a possibilidade de estar realmente doente e submete-se a um tratamento de electrochoques (cinco dias por semana durante dez semanas).
23º Momento: Regresso das alucinações
24º Momento: Percepção da realidade
Alicia tenta telefonar a Rosen, mas é impedida pelo marido. Apesar de a intenção de Nash ser a de impedir que William Parcher disparasse sobre a sua mulher, Alicia fica com a impressão de que Nash começa a tornar-se violento e sai de casa com o filho. É nesta altura do filme que, mais uma vez, entram em cena as personagens imaginárias de Nash começa então a distinguir a realidade do imaginário.
Dois meses depois, Nash volta à Universidade de Princeton e pede a Martin permissão para se inserir na comunidade universitária de funcionários, docentes, alunos, etc. Com o passar do tempo, consegue ignorar as personagens que criou e começa a conviver mais com os alunos (cativando-os com a sua sabedoria e experiência). Decidiu assim pedir a Martin que o deixasse leccionar de novo.
26º Momento: Nomeação para o prémio Nobel
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