Einstein era autista? Há controvérsias ¹
Na prática, ainda não há uma resposta. O fato é que o físico alemão nunca chegou a ser diagnosticado. Mas sua história de vida faz especialistas acreditarem que, talvez, ele realmente tenha tido TEA. Segundo o especialista em autismo Simon Baron-Cohen, Einstein apresentava sinais de Asperger: interesses obsessivos, dificuldades de comunicação e problemas para se relacionar.
Segundo biógrafos, até os sete anos de idade, Einstein tinha o hábito de ficar repetindo frases exaustivamente. Além disso, ele foi um menino bastante solitário. Quando começou a lecionar, era conhecido como um sujeito confuso.
Mas como não há formas de provar, e isso tudo é apenas uma sugestão analítica, há quem pense que isso não quer dizer muita coisa, como o psiquiatra da Universidade da Califórnia, Glenn Eliott, que sugere que talvez Einsten tivesse apenas uma excentricidade, mas não necessariamente um transtorno.
Mesmo que não seja possível provar o autismo em Einstein, o fato é que ele deixou um grande legado para a ciência.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é resultado de alterações físicas e funcionais do cérebro e está relacionado ao desenvolvimento motor, da linguagem e comportamental. O TEA afeta o comportamento da criança. Os primeiros sinais podem ser notados em bebês nos primeiros meses de vida.

No comments:
Post a Comment